ESCOLA ATIVA

No Pavilhão Cidade de Viseu foram assinados, no dia 20 de dezembro, os protocolos de colaboração entre o Município de Viseu, os Agrupamentos de Escolas, instituições privadas e Associações de Pais que, neste ano letivo 2019/2020, se envolvem e participam do projeto municipal Escola Ativa.

Um compromisso em rede, de contribuir para um presente e futuro mais ativo, saudável e feliz para as mais de 3 mil crianças do pré-escolar e 1º ciclo do concelho, quer na sala de aula, como no recreio, em casa e nos seus tempos livres.

É com muito gosto que integramos este projeto que é, sem dúvida, uma mais valia para as crianças.
#ObrasSociaisViseu 

#EscolaAtiva

#MunicipioViseu

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Regulamenta os termos do reconhecimento e manutenção do Estatuto do Cuidador Informal

Portaria n.º 2/2020 – Diário da República n.º
7/2020, Série I de 2020-01-10
Regulamenta os termos do reconhecimento e manutenção do Estatuto do Cuidador Informal, aprovado em anexo à
Lei n.º 100/2019, de 6 de setembro:
https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/124500714/details/normal?l=1
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#SOLIDAOZERO

É com uma enorme emoção que publicamos o nosso artigo 1000.
Um artigo de enorme importância para a equipa do Projeto Envelhecer: Campanha #SolidaoZero .

A Campanha #SolidaoZero tem como objetivo central alertar para o número crescente de pessoas idosas que vivem sós e / ou se sentem sós em Portugal.

Veja o vídeo que preparámos para si:

#SolidaoZero

Em Portugal, há quase um milhão de pessoas idosas em situação de solidão ou isolamento.A SOLIDÃO MATA!#SolidaoZero

Gepostet von Envelhecer am Dienstag, 24. Dezember 2019

 

 

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CALENDÁRIO 2020 – GERAÇÃO AMIGA NA DEMÊNCIA

Estamos a preparar um calendário de secretária com uma mensagem para 2020:
UMA GERAÇÃO AMIGA NA DEMÊNCIA
FAZ A DIFERENÇA NA COMUNIDADE

Com esta iniciativa pretendemos sensibilizar as crianças e as suas famílias para a importância de uma Geração Amiga na Demência.

Cada mês do ano terá associada uma mensagem importante para que tenhamos uma Comunidade Mais Inclusiva.

#GeracaoAmigaNaDemencia
#ComunidadeMaisInclusiva
#ObrasSociaisViseu
#CentroApoioAlzheimerViseu
#CrechePreCATL
#SAAS
#AMarquise

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Natal Intergeracional Mimos & Biscoitos Numa Marquise

Parceria Obras Sociais Viseu & Marquise Studio
 Workshop de Mimos & Biscoitos.
IPSS – Obras Sociais Viseu
Mimos & Sirenes
A Marquise Studios

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CAFÉ MEMÓRIA VISEU

Serão realizadas actividades práticas relacionadas com a quadra natalícia, na próxima sessão do Café Memória Viseu.
Local: Escola Superior de Educação de Viseu
Horário: 10H00 – 12H00
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COMUNICADO

Informamos que, em conformidade com os estatutos das Obras Sociais do Pessoal da CM e SM de Viseu, foi agendada a Assembleia Geral Extraordinária, para eleição da Direção, do Conselho Fiscal e dos Membros da Assembleia Geral para o dia 13 de dezembro de 2019.

Considerando que não houve apresentação de listas, até dez dias antes do ato eleitoral, em conformidade com Artigo 10º, n.º 3., fica sem efeito a realização da Assembleia Geral.

A Direção cessante, tendo em consideração o n.º 6 do Artigo 10º – “Não havendo lista propostas pelos associados compete à Direção a apresentação de uma” – está a proceder às diligências necessárias para, o mais rapidamente possível, apresentar uma lista às eleições dos órgãos sociais para o Quadriénio 2020/2023, em Assembleia Geral Extraordinária.

 

Viseu, 10 de dezembro de 2019

O Presidente da Direção

 

(José António Gonçalves Carreira)

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VAGA PARA EMPREGADO (A) DE BAR / BALCÃO

VAGA PARA EMPREGADO DE BAR / BALCÃO

CONTRATO A TERMO CERTO – 1 MÊS

SALÁRIO – 635.00€

Substituição direta de um trabalhador em situação de baixa médica

LOCAL DE TRABALHO: Bar do Município de Viseu – Praça da República

Contactos:

232 414 908

secretaria@obrassociais.pt

 

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COMUNICADO DO PRESIDENTE DA DIREÇÃO

Passaram 7 anos, dois mandatos, à frente dos destinos das Obras Sociais do Pessoal da CM e SM de Viseu. Foram dias, semanas, meses, anos de muito e árduo trabalho. Um trabalho que fizemos com enorme dedicação, profissionalismo, espírito solidário e de missão.
Fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para não deixar que se cumprisse o destino pré-anunciado em 2012, o encerramento da instituição.
Trabalhámos sempre com o foco no cumprimento da missão da organização e na imperativa e imprescindível sustentabilidade financeira.
Com muitos altos e baixos, com a colaboração inexcedível dos COLABORADORES e o apoio, absolutamente determinante, do MUNICÍPIO DE VISEU conseguimos gerar novos equilíbrios. Equilíbrios alicerçados numa estratégia de otimização das respostas sociais existentes – Creche, Pré-escolar e CATL – e na diversificação das fontes de financiamento, alavancadas na implementação de novas respostas sociais e projetos do Portugal Inovação Social; Programa Operacional de Inclusão Social e Emprego – POISE – e Programa de Celebração ou Alargamento de Acordos de Cooperação para o Desenvolvimento de Respostas Sociais – PROCOOP: Centro Apoio Alzheimer Viseu; Formação Financiada; Rede Local de Intervenção Social; Contrato Local de Desenvolvimento Social 3 G Viseu Igual; Capacitação para a Inclusão; Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social; Contrato Local de Desenvolvimento Social 4 G Viseu Positivo; Contrato Local de Desenvolvimento Social 4 G Comunidade de Afetos.
Entendo que se cumpriu um ciclo e que deve ser dado início a um novo percurso com novos protagonista que possam trazer mais valor, inovação e visão para as Obras Sociais de Viseu.
Informo que não serei candidato, no dia 13 dezembro, a Presidente da Direção para o novo mandato 2020-2023.
Agradeço a todos os colaboradores, associados, utentes / famílias e parceiros o carinho que sempre me foi demonstrado e a força que, em momentos difíceis, me transmitiram.
Os meus colegas da direção, da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal foram inexcedíveis. Estou-vos imensamente grato.
Um grande abraço à minha família que, mesmo à distância de 2000 km, é um verdadeiro e efetivo porto de abrigo ao qual regresso frequentemente.

Bem hajam!
Viseu, 29/11/2019
José Carreira

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AS CRECHES CONTRIBUEM PARA A IGUALDADE SOCIAL

Ficámos a saber esta semana que Portugal é o segundo país da OCDE com mais horas de atendimento semanal e também o segundo dos 28 países da União Europeia onde as crianças passam mais horas em creches e jardins infância. Mais de metade das crianças até aos 3 anos passa, por dia, entre 10 e 12 horas em instituições.

O tempo das crianças no ambiente familiar tem vindo progressivamente a escassear, algo que deve obrigar-nos, enquanto comunidade, a uma reflexão em torno da conciliação da vida familiar e profissional. A organização do trabalho deve ser repensada, se queremos melhorar as taxas de natalidade.

Os horários de trabalho alargados e o trabalho por turnos deixam poucas alternativas às famílias que encontram nestas respostas sociais o apoio de que necessitam.

Na instituição que dirijo, abrimos às 7H45 e fechamos às 19H15. Encerramos o estabelecimento uma semana no mês de agosto. Este curto interregno dificulta a vida a muitas famílias que não têm período de férias, nem capacidade financeira para proporcionarem alternativas de qualidade aos seus filhos.

O Relatório aprovado pelo Conselho Nacional da Educação – “Estado da Educação 2018” – faz alertas para os perigos da excessiva institucionalização no desenvolvimento das crianças, especialmente quando a “qualidade pedagógica é mínima”. Devo dizer que, no que concerne à qualidade pedagógica, tem sido realizado um trabalho sério e profícuo, promotor da melhoria continua, alavancado na formação contínua dos nossos colaboradores e na maior e imperativa exigência, aquando da realização do recrutamento de novos profissionais.

As especialistas – Maria Assunção Folque e Teresa Vasconcelos – a pedido do CNE, assinam o texto “Que educação para as crianças dos 0 aos 3 anos?” e afirmam que as IPSS aceitam mais crianças por sala do que o permitido por lei e que privilegiam a matrícula de famílias que pagam mensalidades mais elevadas. Vão ainda mas longe, defendendo a ideia de que “estas medidas de gestão financeira têm levado a uma crescente desigualdade social.”

Certo de que não devemos tomar a parte pelo todo, tendo em linha de conta o trabalho que desenvolvemos, posso afirmar que, contrariamente ao que afirmam, as IPSS contribuem, em grande medida, isso sim, para a igualdade social pela resposta que dão, preferencialmente, às famílias com menor capacidade financeira. Este é o nosso ADN, somos solidários e estamos ao serviço dos que mais precisam.

Convido as senhoras investigadoras para nos visitarem, podendo verificar, in loco, que as crianças são admitidas pela respetiva ordem de inscrição e não pelo IRS das famílias. Não tenho quaisquer dúvidas de que se não forem as IPSS, as dificuldades sentidas pelas famílias serão bem maiores.

Concordo em absoluto com a última linha de ação proposta pelas investigadoras:

“Repensar o sistema de financiamento das creches e jardins-de-infância no sentido de diferenciar o apoio do Estado às famílias que tenham menores recursos”.

Não faz qualquer sentido o atual sistema de financiamento pela Segurança Social, feito por montante fixo por criança. Este sistema faz perigar a sustentabilidade económica das IPSS que, como a que dirijo, cumprem a legislação em vigor.

Faz algum sentido que a Segurança Social pague o mesmo por uma criança a quem é aplicada uma mensalidade máxima (são em reduzido número) – 315,00€ – do que por uma a quem é aplicada a mensalidade mínima (são a maioria) – 27,00€?

O PRESIDENTE DAS OBRAS SOCIAIS VISEU

JOSÉ CARREIRA

 

 

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