4.ª Geração do Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social

É uma honra para a nossa organização ser a Entidade Coordenadora Local da 4.ª Geração do Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social, em Viseu.
Centrado na promoção da inclusão social de grupos populacionais que revelem maiores níveis de fragilidade social num determinado território, mobilizando para o efeito a ação integrada de diferentes agentes e recursos localmente disponíveis, o Programa CLDS-4G tem como objetivos:
Aumentar os níveis de coesão social dos concelhos objeto de intervenção dinamizando a alteração da sua situação socioterritorial;
Concentrar a intervenção nos grupos populacionais que em cada território evidenciam fragilidades mais significativas, promovendo a mudança na situação das pessoas tendo em conta os seus fatores de vulnerabilidade;
Potenciar a congregação de esforços entre o setor público e o privado na promoção e execução dos projetos através da mobilização de atores locais com diferentes proveniências;
Fortalecer a ligação entre as intervenções a desenvolver e os diferentes instrumentos de planeamento existentes de dimensão municipal.

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Alzheimer: Um Problems Global, Uma Resposta Local“

O nosso obrigado à Amoviseu pela publicação do artigo „Alzheimer: Um Problems Global, Uma Resposta Local“.
Leia a revista: https://amoviseu.com
#amoviseu
#obrassociaisviseu
#centroapoioalzheimerviseu

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Guia Crianças Privadas de Cuidados Parentais na UE

No âmbito da ação da UE contra o tráfico de seres humanos, mas concretamente da prioridade B – melhorar o acesso das vítimas à efetivação dos seus direitos, a Agência Europeia para os Direitos Fundamentais lançou o Guia “Crianças Privadas de Cuidados Parentais Encontradas num Estado-Membro Diferente do Seu”.

Trata-se de um guia para melhorar a proteção das crianças, com enfoque nas vítimas de tráfico.

ABRIR DOCUMENTO ( PDF – 2105 KB )

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CNIS tranquiliza IPSS e famílias quanto ao Pré-escolar da rede solidária

No sentido de tranquilizar as IPSS e as famílias relativamente a uma notícia vinda hoje a público e que coloca em causa a legalidade do funcionamento do Ensino Pré-escolar da rede solidária, a CNIS emitiu um comunicado que passamos a publicar na íntegra.

«A propósito da peça jornalística publicada hoje no jornal Público, intitulada «Mais de 70% dos infantários de IPSS inspecionados não têm licença», a CNIS reafirma a posição que sempre defendeu de que a existência de acordo de cooperação entre o Estado e as instituições sociais supõe a existência da autorização de funcionamento.
É entendimento da CNIS que, tal como está inscrito em diversos documentos legais sobre as respostas sociais com acordo de cooperação com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) não necessitam de autorização de funcionamento, uma vez que este supõe a existência de autorização de funcionamento, o mesmo se aplica à resposta de Pré-escolar, apesar de ser um acordo tripartido (Ministério da Educação, MTSSS e IPSS).
Apesar disto, a CNIS e demais organizações representativas do Sector Social e Solidário sempre se mostraram disponíveis para encontrar uma solução que interesse a todas as partes.
Fazendo um pouco de história, convém lembrar que a primeira ação de avaliação à rede solidária de Pré-escolar por parte da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) aconteceu no ano letivo 2013/2014 sem o envolvimento dos parceiros sociais, que apenas tomaram conhecimento aquando da publicação do relatório.
Dado conhecimento à IGEC do descontentamento da CNIS pela situação, a atitude mudou, passando a haver comunicação e complementaridade na ação das duas entidades.
No ano de 2014/2015, para além de algumas questões a corrigir, as ações da IGEC também detetaram boas práticas e, principalmente, uma elevada percentagem de IPSS que corrigiram procedimentos, seguindo as instruções do relatório anterior. Resumindo: houve melhorias evidentes.
Já o relatório relativo ao ano de 2015/2016 continha uma série de recomendações que necessitavam de ser homologadas pelo ministro da Educação, o que só acabou por acontecer em 2018. No entanto, o ministro remeteu algumas das recomendações para um grupo de trabalho, criado no âmbito do Compromisso de Cooperação 2017-2018, com um caderno de encargos que abarcava esses mesmos aspetos.
E foi em ambiente de cooperação que esse grupo de trabalho, formado pelo MTSSS, ME, ANMP (Associação Nacional de Municípios Portugueses) e organizações representativas do Sector Social Solidário, desenvolveu a sua ação.
O relatório final deste grupo de trabalho ainda não foi concluído, mas a verdade é que os itens que constavam do caderno de encargos foram consensualizados e estão plasmados no Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário 2019-2020, que ontem foi assinado na Residência Oficial do Primeiro-Ministro.
Por outro lado, sobre a questão referida na notícia do Público de que 78% das IPSS inspecionadas não tinham direção pedagógica reconhecida pela tutela, a CNIS esclarece que este é um aspeto meramente administrativo, uma vez que a homologação do diretor pedagógico decorre da “obrigação” de ter autorização de funcionamento. Ou seja, esta é uma matéria que decorre da interpretação dada à questão da obrigatoriedade da referida autorização.
Por fim, a CNIS pretende transmitir confiança e tranquilidade a todas as IPSS associadas que têm resposta de Pré-escolar e às famílias, considerando que este é um não-problema, lembrando que as instituições sociais têm acordo de cooperação com o Estado, que, por sua vez, é corresponsável também pelo funcionamento da referida resposta social.

Lino Maia (Presidente da CNIS)

Porto, 12 de julho de 2019»

 

FONTE: Solidariedade

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Estágio Marketing Digital – 9 Meses IEFP

Principais Funções:

  • Apoiar a definição e implementação da estratégia de comunicação e marketing.
  • Garantir que a instituição possui uma presença regular e atrativa em websites de Social Networking e Comunidades Online.
  • Gestão de Canais de Social Media.
  • Certificar-se de que as páginas da instituição são relevantes e priorizadas nos motores de busca.

Requisitos:

  • Excelente capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal e gosto pelo trabalho em equipa.
  • Excelente capacidade de comunicação escrita e oral.
  • Capacidade de organização, de adaptação e execução multitarefa.
  • Facilidade de comunicação e negociação, bem como autonomia, dinamismo e polivalência.
  • Fluência na utilização de ferramentas informáticas.

 

NOTAS:

  • para se candidatar, envie email para obrassociaiscmsmviseu@gmail.com com o currículo vitae e carta de motivação.
  • Estágios com a duração de 9 meses, não prorrogáveis, tendo em vista promover a inserção de jovens no mercado de trabalho ou a reconversão profissional de desempregados.

 OUTROS CONTACTOS:

232 414 908

secretaria@obrassociais.pt 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

https://www.iefp.pt/estagios

 

 

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