“TER MEMÓRIA É A MELHOR COMEMORAÇÃO” (1966-2015)

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OBRAS SOCIAIS – 49.º ANIVERSÁRIO “TER MEMÓRIA É A MELHOR COMEMORAÇÃO” (1966-2015)

As Obras Sociais do Pessoal da Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Viseu comemoram no dia 30 de abril de 2015 o seu 49.º aniversário. Consideramos que “TER MEMÓRIA É A MELHOR COMEMORAÇÃO”.

A nossa memória histórica está bem viva! São as pessoas que dão vida às instituições, é com elas e para elas que a organização existe. Damos os parabéns a todos aqueles que contribuem para que se cumpram, dia após dia, a missão e os valores que orientam a nossa intervenção social.

“Ajude a não esquecer e não será esquecido” é o lema que nos inspira e motiva para que possamos fazer frente às dificuldades financeiras que sentimos na execução dos nossos projetos. Fazemos, muitas vezes, das fraquezas / dificuldades as nossas forças para honrarmos os compromissos e darmos a resposta que se impõe ao significativo acréscimo dos pedidos de apoio, da parte da nossa população alvo.

Porque “TER MEMÓRIA É A MELHOR COMEMORAÇÃO”, temos um novo projeto de intervenção que queremos apresentar à comunidade: “Viseu Cidade da Memória”. Assim, nascem as nossas micro-utopias: Comemorar o Cinquentenário das Obras Sociais e executar o projeto “Viseu Cidade da Memória”.

Em nome das Obras Sociais, ao comemorarmos mais um ano de existência, só possível devido ao empenhamento de todos os seus profissionais e apoio dos nossos associados e parceiros, permitam-me renovar o apelo à participação de todos, para que, com o vosso contributo, possamos dar resposta aos pedidos que nos chegam e manter o apoio aos que mais precisam. Certo de que poderemos contar convosco, despeço-me com um sentido Bem-Hajam!

 

José Carreira

(Presidente das Obras Sociais do Pessoal da CM e SM de Viseu)

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EMENTA DE 04 A 08 DE MAIO

Segunda-feira

Sopa: CREME DE ERVILHAS
Prato: LOMBINHOS DE PESCADA NO FORNO, ARROZ DE CENOURA E SALADA DE ALFACE
Alternativo: CROQUETES, ARROZ DE CENOURA E SALADA DE ALFACE
Sobremesa: FRUTA
MAÇÃ ASSADA

Terça-feira

Sopa: SOPA DE NABIÇAS
Prato: BIFE DE FRANGO GRELHADO, ESPIRAIS, CENOURA E BRÓCOLOS SALTEADOS
Alternativo: RISSÓIS DE MARISCO, ESPIRAIS, CENOURA E BRÓCOLOS SALTEADOS
Sobremesa: FRUTA
BOLO DE LARANJA

 

Quarta-feira

Sopa: SOPA DE COUVE CORAÇÃO
Prato: BACALHAU COM BROA
Alternativo: BIFE GRELHADO, BATATA COZIDA E SALADA DE TOMATE E PEPINO
Sobremesa: FRUTA
ALETRIA

 

Quinta-feira

Sopa: CREME DE COURGETTE
Prato: RANCHO
Alternativo: DOURADINHOS, MACARRONETE RISCADO, COUVE CORAÇÃO E CENOURA SALTEADAS
Sobremesa: FRUTA
ARROZ DOCE

 

Sexta-feira

Sopa:  SOPA DE ESPINAFRES
Prato: FILETE DE PANGA PANADO, ARROZ DE TOMATE E SALADA DE CENOURA E ALFACE
Alternativo:  FEBRA DE PORCO GRELHADA, ARROZ DE TOMATE E SALADA DE CENOURA E ALFACE
Sobremesa:  FRUTA
 PUDIM

Ementa elaborada pela Nutricionista das Obras Sociais.

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Tem algum familiar com demência? Portugal já tem oito “Cafés Memória”

A mãe começou por “fazer muitas depressões”. Com o passar do tempo, foi-se tornando evidente a crescente falta de memória. “Está sempre a perguntar a mesma coisa”, suspira a filha, Lídia Piedade. Seguiram-se várias consultas em psiquiatras e em neurologistas. Submeteram-na a uma multiplicidade de avaliações e de exames, incluindo ressonâncias magnéticas. Até que, por fim, o diagnóstico chegou: doença de Alzheimer, a forma de demência mais comum em Portugal e em todo o mundo. Hoje, a mãe de Lídia ainda tem “momentos de lucidez”, mas há dias em que já não conhece a própria filha.

Mesmo assim, é com um sorriso que Lídia recorda o “calvário” por que tem passado desde que a progenitora, hoje com 84 anos, começou a apresentar sinais de perda de memória: “Acho que a minha dor é grande, mas, se olhar para o lado, vejo pessoas com dores maiores”.

Lídia está a aprender a lidar com o sofrimento de assistir ao desaparecimento gradual da mulher que conhecia num local de encontro recentemente criado no Porto, o “Café Memória”, onde há pessoas que estão a passar pelo mesmo processo que ela, que sentem o mesmo que ela e a compreendem. Veio sozinha, mas, nas mesas ao lado, há pessoas que trouxeram os familiares, doentes. O ambiente é informal, os participantes espalham-se por várias mesas redondas e toda a gente conversa.

Criado em Abril de 2013 por iniciativa da associação Alzheimer Portugal e da Sonae Sierra (do universo Sonae, a proprietária do PÚBLICO), o projecto “Café Memória” visa organizar locais de encontro – onde, uma vez por mês em sessões de duas horas, se incentiva a partilha de experiências e o apoio mútuo. São espaços para pessoas com falhas de memória ou com demência (síndrome que pode ter causas diferentes), mas sobretudo para os seus cuidadores e familiares. Melhorar a qualidade de vida e o isolamento em que estas pessoas tantas vezes sem encontram é o grande objectivo da iniciativa – que pretende ainda sensibilizar a comunidade para relevância crescente do problema.

O que se oferece nos “Cafés Memória”, que têm sessões mensais de duas horas, em diferentes sábados do mês? Apoio emocional, informação útil, além de actividades lúdicas, sempre com a ajuda de profissionais de saúde ou de acção social. O que se pede? Basicamente que as pessoas falem uma com as outras, que participem nos jogos – que podem ser de memória, de associação de palavras e de orientação – e que assistam, por vezes, a sessões de esclarecimento com especialistas.

A participação é gratuita e não é necessária marcação prévia, ainda que idealmente as sessões “não devam ter mais de 30 pessoas”, explica Catarina Alvarez, a psicóloga que coordena este projecto transplantado do Reino Unido e adaptado a Portugal, graças a vários parceiros institucionais e ao apoio de voluntários.

O distrito de Lisboa, onde a experiência arrancou, já conta com vários espaços (ver caixa). Agora, com apenas dois anos de história, o “Café Memória” vai-se ramificando. A ideia é criar uma rede em todo o país. Este sábado de manhã é dado mais um passo, com a abertura do oitavo local de encontro, no Fórum Apoio, em Algés, Oeiras. Mas não vai ficar por aqui. “Queremos abrir um em Viseu, até ao final do primeiro semestre deste ano e temos mais pedidos em carteira”, adianta a psicóloga, satisfeita com o número de participações, mais de 1500 em dois anos.

Em cada sessão estão sempre presentes dois técnicos de saúde ou de acção social e entre seis a oito voluntários, alguns dos quais são ex-cuidadores de pessoas com demência, e há sempre uma pausa durante a qual se serve café e uma fatia de bolo. Os jogos e as actividades são fundamentais. “Queremos espicaçar o espírito competitivo das pessoas e esperamos também que se divirtam”, enfatiza a psicóloga, que destaca a importância de contrariar o conjunto de “falsas crenças” que subsistem sobre a demência. “Como não há cura nem há vacinas, as pessoas pensam que não há nada a fazer”, lamenta.

Catarina acredita que esta iniciativa pode ainda ajudar a sensibilizar a comunidade para este problema de saúde pública, que é “prioritário”. Os dados epidemiológicos apontam para a existência de 182 mil pessoas com demência em Portugal,das quais a maior parte tem doença de Alzheimeir. No entanto, frisa, “não existe ainda um plano nacional para as demências”, ao contrário do que acontece em vários países europeus. “É alarmante”, remata.

A psicóloga quer que 2015 termine com pelo menos uma dezena de “Cafés Memória” espalhados pelo país. Por enquanto, têm sido as próprias entidades a contactar os organizadores e, apesar de os recursos serem limitados, tem sido possível “dar conta do recado”. Quem pretender abrir um “Café Memória” deve pensar, primeiro, em assegurar a participação de dois técnicos (de saúde ou assistentes sociais), em ter um local adequado e parceiros, “mecenas” que garantam o funcionamento do projecto pelo menos durante um ano.

Na sessão do Café Memória do Porto a que o PÚBLICO assistiu, o neurologista Celso Pontes, coordenador científico da Alzheimer Portugal, falou as alterações cognitivas provocadas pela demência e os diversos medicamentos que podem ser utilizados para aliviar os sintomas, uma vez que não há cura. “Nem todos os doentes respondem da mesma maneira”, avisou o neurologista. “Quando olha para o doente, o médico está a fazer artesanato”.

Onde funcionam?
Os “Cafés Memória”fazem parte de um projecto mais vasto, o “Cuidar Melhor”, que visa apoiar aos cuidadores de pessoas com demência, e que também é da responsabilidade da associação Alzheimer Portugal e da Sonae Sierra, além de contar com o apoio de vários parceiros como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação Montepio e o Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa.

O “Cuidar Melhor” inclui “workshops” para cuidadores, sessões para aprender a lidar com alterações de comportamento ou perda de mobilidade, além de apoio jurídico em três gabinetes criados para o efeito em Cascais, Oeiras e Sintra.

Em 2013, os “Cafés Memória” arrancaram com as primeiras sessões no Centro Comercial Colombo e no Cascaishopping (nos restaurantes Portugália, das 9h às 11h, no primeiro e no terceiro sábado de cada mês, respectivamente).

Em Fevereiro de 2014, fruto da parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foram criados dois novos locais, na cafetaria do Museu de S. Roque (das 10h às 12h no segundo sábado do mês) e no Espaço Santa Casa (das 15h às 17h no quarto sábado). No ano passado, o projecto chegou ainda a Campo Maior, no Alentejo (Centro Internacional de Pós-Graduação Comendador Rui Nabeiro, entre as 10h e 12h, segundo sábado).

Em Novembro, a iniciativa foi alargada ao Porto (Espaço Atmosfera M do Montepio Geral, na Rua Júlio Dinis, das 10h às 12h, segundo sábado) e também a Viana do Castelo. (Estação Viana Shopping – Restaurante Camelo, entre as 9h e as 11h, quarto sábado).

FONTE: Público Online

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ALZHEIMER: FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E INTERVENÇÃO

As Obras Sociais do Pessoal da CM e SM de Viseu, no âmbito do Centro Apoio Alzheimer Viseu (CAAV), dinamizaram uma manhã de debate acerca da doença de Alzheimer.

Contribuir para que Viseu se torne, cada vez mais, uma “Cidade Amiga das Pessoas  e Famílias Afetadas pela Doença de Alzheimer” é o objetivo que todos os dias orienta a nossa ação.

Os três pilares que consideramos fundamentais são: Formação, Investigação e Intervenção. Contámos, ao longo da manhã,  com quatro especialistas com vasta experiência que partilharam testemunhos valiosos. Júlio Fermoso García e Encarnación Pérez apresentaram  o Master Universitário Intervención a Personas con Enfermedad de Alzheimer, da Faculdade de Medicina da Universidade de Salamanca. Sublinharam a importância e urgência de ser dada uma resposta à necessidade de formação e informação sobre a doença, tendo em linha de conta o aumento da população afetada e as previsões de incremento futuro. Referiram também que a formação deve favorecer a investigação e a adequada atenção às pessoas e famílias afetadas.

Maria Isabel Ingelmo, Diretora Gerente do Centro de Referencia Estatal de Atención a Peronas con Enfermedad de Alzheimer y otras Demencias[1] – IMSERSO, Ministério de Sanidad, Servicios Sociales y Igualdad – explicou a missão do centro: ser referência a nível nacional e internacional em gestão, gerar e transferir conhecimentos sobre documentação, formação e promoção da utilização de terapias não farmacológicas e modelos de intervenção, centrados no conceito de qualidade de vida, para pessoas com Alzheimer e outras demências, as suas famílias e instituições cuidadoras.

Catarina Alvarez, coordenadora nacional do projeto Café Memória, apresentou o conceito do modelo de intervenção e anunciou a sua implementação em Viseu, tendo como parceiros as Obras Sociais, o Município e a Escola Superior de Educação de Viseu.

Laura Canelas, apresentou as atividades realizadas pelo CAAV, destacando o apoio psicossocial e jurídico e a relevância do Grupo de Ajuda Mútua. José Carreira, Presidente das Obras Sociais, apresentou, em linhas gerais, o projeto que queremos, em ano de cinquentenário das Obras Sociais, apresentar aos viseenses e, em parceria, executar: Viseu Cidade da Memória.

No dia de celebração do 49.º aniversário, serão dados a conhecer os objetivos do projeto, as atividades propostas e os modelos de intervenção adoptados. Foi uma honra podermos ter em Viseu Julio Fermoso, Maria Igelmo, Encarnación Pérez e Catarina Alvarez.   A todos eles, muito obrigado e “até já”!

 

[1] http://www.crealzheimer.es/crealzheimer_01/index.htm

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Viseu terá em breve Café Memória na biblioteca municipal

A secção infantil da Biblioteca Municipal de Viseu vai receber uma vez por mês o Café Memória, um espaço de debate e de troca de experiências sobre doenças como Alzheimer, destinado a doentes e cuidadores.
O anúncio foi feito ontem, por Catarina Alvarez, responsável pelo projecto Café Memória em Portugal e que já abriu oito espaços em localidades como Lisboa, Porto, Via­na do Castelo, Campo Maior e Oeiras, sendo Viseu o nono espaço a abrir as suas portas, durante a conferência “Viseu, Cidade Amiga das Pessoas e Famílias Afectadas pela Doença de Alzheimer”, organizada pelas Obras Sociais da Câmara e dos Serviços Municipalizados de Viseu.
Segundo Catarina Alvarez, o Café Memória abrirá as portas uma vez por mês, terá a duração de duas horas e quem quiser participar terá apenas de comparecer. “Queremos contribuir para o diagnóstico precoce, para a sensibilização da comunidade através do voluntariado e criar parcerias com instituições públicas e privadas”, explicou. (IN Diário de Viseu)

PODE LER A NOTÍCIA COMPLETA NA PÁGINA 3

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EMENTA DE 27 DE ABRIL A 01 DE MAIO

Segunda-feira

Sopa: CREME DE CENOURA
Prato: GRATINADO DE ALHEIRA, ESPINAFRES E BATATA
Alternativo: OVOS MEXIDOS COM LEGUMES E BATATA FRITA
Sobremesa: FRUTA
MAÇÃ ASSADA

Terça-feira

Sopa: SOPA DE COUVE BRANCA
Prato: LULAS ESTUFADAS, ARROZ BRANCO E SALADA DE ALFACE
Alternativo: RISSÓIS DE CARNE, ARROZ BRANCO E SALADA DE ALFACE
Sobremesa: FRUTA
BOLO DE MAÇÃ

 

Quarta-feira

Sopa: SOPA DE COUVE-FLOR E LEGUMINOSAS
Prato: BIFE DE PERU GRELHADO, FETTUCCINE COZIDA, SALADA DE CENOURA E TOMATE
Alternativo: DOURADINHOS, FETTUCCINE, SALADA DE CENOURA E TOMATE
Sobremesa: GELATINA
FRUTA

 

Quinta-feira

Sopa: SOPA DE ALHO FRANCÊS
Prato: PESCADA E BATATA COZIDA, BRÓCOLOS E CENOURA SALTEADOS
Alternativo: ENTREMEADA GRELHADA, BATATA COZIDA, BRÓCOLOS E CENOURA SALTEADOS
Sobremesa: FRUTA
ARROZ DOCE

 

Sexta-feira

Sopa:
Prato: FERIADO
Alternativo:
Sobremesa:

Ementa elaborada pela Nutricionista das Obras Sociais.

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DEMENTIA FRIENDLY COMMUNITIES

O Centro Apoio Alzheimer Viseu tem desenvolvido um trabalho que visa ajudar os familiares dos doentes de Alzheimer e os seus cuidadores principais, através de apoio psicológico, social e jurídico, complementado pela criação do Grupo de Ajuda Mútua (GAM), formação e participação em ações de sensibilização em diversos concelhos.

Acalentamos a esperança de contribuir para que Viseu se torne uma cidade mais amiga das pessoas e famílias afetadas pela doença de Alzheimer, inspirando-nos em alguns exemplos bem sucedidos de Dementia Friendly Communities.

 

No dia 22 de abril, realizar-se-á o Colóquio Viseu, Cidade Amiga das Pessoas e Famílias Afetadas pela Doença de Alzheimer[1] com o intuito de trazer para o debate especialistas, no âmbito da formação, investigação e terapias não farmacológicas, que contribuam para o desenvolvimento de um plano de ação. Acreditamos que é imperativo unir esforços para que possamos estabelecer a auto-estrada do conhecimento: Viseu – Salamanca. Temos muito a ganhar com a experiência formativa e especializada da Universidade de Salamanca, bem como com a qualidade das práticas do Centro de Referência Estatal Alzheimer (CREA) de Salamanca. Tive a felicidade de estar no CREA três semanas a observar as boas práticas com os doentes, as famílias e ao nível da gestão organizacional. Um belo exemplo!

Em Portugal, não há um Plano Nacional para as Demências. Uma lacuna grave que impossibilita a definição de um plano que oriente a intervenção das diversas instituições.

Localmente, compete-nos fazer o melhor que podemos e sabemos, todos os dias!

A Alzheimer Europe[2] lançou, em fevereiro, a campanha de subscrição on-line da Declaração de Glasgow, que apela à criação de uma estratégia europeia para as demências e de estratégias nacionais em todos os países da Europa. A declaração foi aprovada por unanimidade pelos 26 membros da Alzheimer Europe, na reunião anual da organização, em Glasgow.

Os signatários apelam a todos os líderes do mundo para que reconheçam a Demência como uma prioridade de saúde pública e para que desenvolvam um plano de ação global para as demências.

ASSINE A DECLARAÇÃO DE GLASGOW:

http://www.alzheimer-europe.org/petition/sign/17969/in

[1] http://www.ruadireita.pt/ultima-hora/coloquio-viseu-cidade-amiga-das-pessoas-afectadas-pela-doenca-de-alzheimer-8655.html

[2] http://www.alzheimer-europe.org

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VISEU CIDADE DA MEMÓRIA

Descarregue aqui a apresentação completa:  VISEU CIDADE DA MEMÓRIA

COMBATER O ESTIGMA
• Criar a mudança no seio das comunidades é algo que os governos não podem fazer sozinhos. Pelo contrário, é um processo contínuo, baseado em movimentos sociais, que tem no seu cerne a priorização da ação, tal como estipulado pelas pessoas com demência e as suas famílias que vivem na região.
• A abordagem de toda a comunidade requer uma mudança de atitude e cultural. O estigma e o medo da demência devem dar lugar a um ambiente caraterizado pela compreensão, aceitação e inclusão social.

 

COMUNIDADE AMIGA
•Na cidade, vila ou aldeia onde as pessoas com demência são compreendidas e respeitada, acreditam que podem contribuir para a vida da comunidade.
•Numa comunidade amiga da demência, as pessoas estão conscientes, entendem a demência.
•As pessoas com demência sentem-se incluídas e envolvidas e são capazes de organizar e controlar o seu projeto de vida.

 

PROJETOS DE INTERVENÇÃO

OBJETIVOS
Amplificar o conhecimento acerca do fenómeno do envelhecimento e suas problemáticas
Sensibilizar os diversos atores para encararem melhor as situações de pré-demência e demência
Reconhecer as demências como um desafio societal com impactos a nível pessoal, familiar e comunitário
Diagnosticar a população com mais de 60 anos (Teste do Relógio e Mini Mental State Examination – MMSE)
Reduzir o impacto do diagnóstico de Alzheimer no doente, família e núcleo de relações sociais
Diminuir a incidência da depressão entre os prestadores de cuidados a pessoas com doença de Alzheimer
Criar solidariedades que permitam que os recursos a criar, a desenvolver e a apoiar favoreçam um acompanhamento adequado e um suporte efetivo
Assinalar e divulgar a proteção da memória como marca distintiva de Viseu, realizando eventos em rede e de amplo impacto nacional
Potenciar a criação de uma rede nacional e internacional de parcerias formais e informais
Tornar a comunidade mais amiga das pessoas com demência

 

Descarregue aqui a apresentação completa:  VISEU CIDADE DA MEMÓRIA

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OBRIGADO DIGITAL 3

As Obras Sociais agradecem à DIGITAL 3 todo o apoio técnico que tem sido prestado com muito profissionalismo e qualidade.

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